domingo, 29 de janeiro de 2012

Desejo de seu Beijo de perdição!

Seu beijo de lasciva...
Veludo que mastiga meu prazer.
Língua tua...
Anfitriã erótica de meus gemidos de luxúria.
Sussurros de entrega,
calor de meu desvio.
Caminhos de sua boca...
Entrega abissal de minha epiderme trêmula
a experiência em sua totalidade mais febril.
Sua boca de perdição...
Seu beijo de profundidade,
labirinto labial de sua carne.
Beijo seu, caminho sem volta...
Calor sudórico total que emerge
de cada gota de meu corpo em junção ao seu.
Sentidos unificados,
constância do Tato!
O êxtase de perpetuar você vaporoso dentro a mim!
Sua Singularidade que Arde!
Brasa de meus sentidos lampejantes de desejo,
néctar vicioso de seus lábios.
Seu beijo Único...
 Boca que escreve em minha alma,
 essência salivante, osmose de pulsão.
Atrela-me junto ao seu corpo cálido de fulgor
e me esculpe em seu beijo de perdição!
Beijo seu...sua intensidade apresentada.
Gozo oral do enlevo que seduz.
Boca sua...onde me entrego,
fonte labial dos prazeres.
Paradoxo de sentidos,
Você...um deleite único e lascivo.

Priscila Zanon

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Desejo de seu desejo em meu gozo!


 
Língua tua...
receptório de meu líquido de prazer!
Pernas lascivas...
gemidos de tremor em sua boca que queima.
Febre é toda a pele exposta friccionada a você.
Ardência constante,
ininterrupta da perda dos sentidos.
Sua sede contínua que penetra meu intimo.
Prazer de seus anseios,
reflexo de minha carne trêmula.
Minha pulsão eclodida nas paredes de teu gozo.
Seu desejo, minha perdição!
Seus movimentos, minha inconstância da razão!
Me perco
Me acabo
Me desvio
Me abro
Você se repousa em meus gritos.
Suor e gemidos molhados
Toda entrega de minha carne em erupção.
E você gosta,
E você goza,
E você não para mais!
Priscila Zanon

sábado, 26 de novembro de 2011

Desejo de Seu Gosto


Vinho, boca, pele envolta
Seu Gosto...paladar em ardência!
Gotas espessas que sucumbem em sede,
líquido sinuoso que se transborda em toque.
Dueto dos corpos em evidência,
apelo de meu gozo por seu gosto,
latência lasciva que se esculpe na língua.
Gosto Seu...privilegio do meu sentir!
Cheiro orgasmático comunal,
saliva compartilhada em atos do carnal.
Pernas, poros, olhos
todo o receptório da libido em ebulição.
Vapor da osmose de cetim que exala de seu gosto.
Gosto Seu...vassalo de desejos.
Pele Tua...encaixe do seu Eu
pintura fixada em minha moldura.
Seu Gosto de volúpia,
Meu gozo!
Gosto do seu gosto dentro a mim.
Venha e faça à seu Gosto!
Nosso gozo, todo nosso.
Nosso tudo, todos os gostos
do modo que se gosta.
Venha e me faça Gostar!

Priscila Zanon

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Íntimo...Desejo de volúpia!

Então se faça rendido,
da minha boca a tua  boca, onde se emergem as pulsões.
Seu néctar sedoso que escorre a minha garganta...
Se drena de prazer!
Gemidos...
mensuram o bulbo de nossa eternidade.
Entre nossa pele aberta tudo se reluz a arrepios.
Intimo...
Seu sexo que devora minha libido.
Suor mútuo de gotas abissais,
 gozo acústico que grita as paredes de nossa respiração.
Seu corpo que arde,
minha melhor melodia de luar.
manto de luxuria...
convulsão de sua saliva,
Meu templo, seu depositário de ardor!
Sou tua carne noturna
onde sua língua nua varre meus poros de volúpia!
Sejamos íntimos
impulso dual de tremer...
Intimo...
você dentro a mim,
eu sobre você...
Envoltos...
metáfora que seduz!
Penetrantes de privacidade!
Eu e você...
Íntimos!

Pri Zanon

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Desejo do Eu pertecente a você!!!


Algoz da constância,
cheiro almejante de seu sexo,
a escolha objetal do gozo,
seu corpo  plastia do infinito
a pele que evoca o toque do ardor desmedido.
Seu hálito de libido penetra no evasivo de meus poros sedentos.
Só me permito em carne vassala de seus desejos da volúpia anfitriã,
membros sobre pernas,traços de lasciva do luar.
O absoluto da entrega sem razão cotejada no orgasmo mutuo de nossos atos.
Senhor de minha ardência existencial...venha ao deleite de minha essência sem pudor
Tudo se faz permitido, desde que ambos se deixem penetrar paralelo à seus sentidos...
E hoje novamente desejo meu Eu possuído em seu ser vestido de prazer...
por uma plenitude distinta,
o meu dia se faz meu hoje,
e minha noite se reluz em meu sempre,
o sempre degustado pelo néctar do desejo que lateja meu ser
em um ser de adorno  pertencente a você!..

Priscila Zanon

domingo, 14 de agosto de 2011

Cama Cúmplice

Seu Corpo de Vênus,
Sua Cama Cúmplice.
Seu Peito aconchego,
o cheiro do leito.
O Súbito gestual de nossos movimentos
onde repouso meus desejos de você sobre mim.
Coteja minha pele em arrepios,
os lençóis que presenciam nossos atos pulsionais.
Núpcia Lunar,
a noite que arde sem pudor.
As paredes  silenciam ecos de prazer,
seu quarto, seu Eu, seu Secreto, segregado em Mim!
Sua cama cúmplice se permeia no molhado latejante
de cada gota de seu suor!
Tudo e o todo que rodeia se faz plateia
de nossas peles em ebulição.
Sua cama, palco...
ápice fulcral de nossos deleites de paixão.
Sua cama, fonte de junção...
meu Eu onde me deito a você...
Sua cama, seu peito,
meu suspiro,
meu Leito!

Priscila Zanon

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Absinto...Desejo da Luxúria!

Absinto...ebulição da luxúria,
a taça dos prazeres ardilosos tecendo
gotas que degustam o espesso sabor
da proposta ao ventre.
Cálice do pecado, a luxúria que se bebe
na paixão entorpece os sentidos agudos
da libertina de vinil.
Senhora concupiscência dos joelhos afastados
o membro adoptado se faz viçoso,
invade o orifício do prazer.
Introducere...penetra em domínio,
mãos percorrem a incontinência lasciva
dos poros exalados de suor.
Intenso, convicta persuasão interna,
falo talante de encontro as paredes uterinas.
Introdução esmerada por entre as pernas,
sincronia corpulenta que conduz o aminoso do orgasmo.
Luxúria
Lama
Lua
tudo envolto, tudo exposto.
A entrega do Humano ao humano que  há em si
O humano sedento , o humano desperto, o humano que se fez em mim.
Entrega...luxúria, o faça,
 o deixe, se abra, entre, sinta, se permita...somente seja!

Priscila Zanon