Então se faça rendido,
da minha boca a tua boca, onde se emergem as pulsões.
Seu néctar sedoso que escorre a minha garganta...
Se drena de prazer!
Gemidos...
mensuram o bulbo de nossa eternidade.
Entre nossa pele aberta tudo se reluz a arrepios.
Intimo...
Seu sexo que devora minha libido.
Suor mútuo de gotas abissais,
gozo acústico que grita as paredes de nossa respiração.
Seu corpo que arde,
minha melhor melodia de luar.
manto de luxuria...
convulsão de sua saliva,
Meu templo, seu depositário de ardor!
Sou tua carne noturna
onde sua língua nua varre meus poros de volúpia!
Sejamos íntimos
impulso dual de tremer...
Intimo...
você dentro a mim,
eu sobre você...
Envoltos...
metáfora que seduz!
Penetrantes de privacidade!
Eu e você...
Íntimos!
Pri Zanon
A Poesia e o labor do Erotismo com o sabor da Psicanálise!!
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Desejo do Eu pertecente a você!!!
Algoz da constância,
cheiro almejante de seu sexo,
a escolha objetal do gozo,
seu corpo plastia do infinito
a pele que evoca o toque do ardor desmedido.
Seu hálito de libido penetra no evasivo de meus poros sedentos.
Só me permito em carne vassala de seus desejos da volúpia anfitriã,
membros sobre pernas,traços de lasciva do luar.
O absoluto da entrega sem razão cotejada no orgasmo mutuo de nossos atos.
Senhor de minha ardência existencial...venha ao deleite de minha essência sem pudor
Tudo se faz permitido, desde que ambos se deixem penetrar paralelo à seus sentidos...
E hoje novamente desejo meu Eu possuído em seu ser vestido de prazer...
por uma plenitude distinta,
o meu dia se faz meu hoje,
e minha noite se reluz em meu sempre,
o sempre degustado pelo néctar do desejo que lateja meu ser
em um ser de adorno pertencente a você!..
Priscila Zanon
domingo, 14 de agosto de 2011
Cama Cúmplice
Seu Corpo de Vênus,
Sua Cama Cúmplice.
Seu Peito aconchego,
o cheiro do leito.
O Súbito gestual de nossos movimentos
onde repouso meus desejos de você sobre mim.
Coteja minha pele em arrepios,
os lençóis que presenciam nossos atos pulsionais.
Núpcia Lunar,
a noite que arde sem pudor.
As paredes silenciam ecos de prazer,
seu quarto, seu Eu, seu Secreto, segregado em Mim!
Sua cama cúmplice se permeia no molhado latejante
de cada gota de seu suor!
Tudo e o todo que rodeia se faz plateia
de nossas peles em ebulição.
Sua cama, palco...
ápice fulcral de nossos deleites de paixão.
Sua cama, fonte de junção...
meu Eu onde me deito a você...
Sua cama, seu peito,
meu suspiro,
meu Leito!
Priscila Zanon
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Absinto...Desejo da Luxúria!
Absinto...ebulição da luxúria,
a taça dos prazeres ardilosos tecendo
gotas que degustam o espesso sabor
da proposta ao ventre.
Cálice do pecado, a luxúria que se bebe
na paixão entorpece os sentidos agudos
da libertina de vinil.
Senhora concupiscência dos joelhos afastados
o membro adoptado se faz viçoso,
invade o orifício do prazer.
Introducere...penetra em domínio,
mãos percorrem a incontinência lasciva
dos poros exalados de suor.
Intenso, convicta persuasão interna,
falo talante de encontro as paredes uterinas.
Introdução esmerada por entre as pernas,
sincronia corpulenta que conduz o aminoso do orgasmo.
Luxúria
Lama
Lua
tudo envolto, tudo exposto.
A entrega do Humano ao humano que há em si
O humano sedento , o humano desperto, o humano que se fez em mim.
Entrega...luxúria, o faça,
o deixe, se abra, entre, sinta, se permita...somente seja!
Priscila Zanon
a taça dos prazeres ardilosos tecendo
gotas que degustam o espesso sabor
da proposta ao ventre.
Cálice do pecado, a luxúria que se bebe
na paixão entorpece os sentidos agudos
da libertina de vinil.
Senhora concupiscência dos joelhos afastados
o membro adoptado se faz viçoso,
invade o orifício do prazer.
Introducere...penetra em domínio,
mãos percorrem a incontinência lasciva
dos poros exalados de suor.
Intenso, convicta persuasão interna,
falo talante de encontro as paredes uterinas.
Introdução esmerada por entre as pernas,
sincronia corpulenta que conduz o aminoso do orgasmo.
Luxúria
Lama
Lua
tudo envolto, tudo exposto.
A entrega do Humano ao humano que há em si
O humano sedento , o humano desperto, o humano que se fez em mim.
Entrega...luxúria, o faça,
o deixe, se abra, entre, sinta, se permita...somente seja!
Priscila Zanon
terça-feira, 5 de julho de 2011
Pele....Desejo epidérmico
Pele, órgão lascivo,
Guardiã, caixa pandórica dos desejos
encobre a carne do deleite mastigado
A pele que se desdobra em mim, elucida os arrepios perdidos
causados pelos sussurros latentes de sua respiração repousada em meus ouvidos.
A Pele se estica e exala-se em gemidos,
os prazeres descontidos são aqueles molhados de suor.
Pele...o natural da epiderme é o almejo do encontro a outra Pele
Fluidos humanos do prazer...
Pele, escama ardilosa do cheiro sexual...
sua pele provida de meu gozo
meu fulgor desnudido em pele
sua pele devora a minha
minha pele está sobre a camada epidérmica de seu corpo
duas respirações unidas
uma só pele...
toque...tato...sentidos....calafrios uterinos
pele, pelos, poros, tudo enfim
Pele gemida, comida...a boca de sua pele sobre mim...
desejos abissais de sua pele de marfim....
pele macia...
pele desprovida de pudor...
sua pele, meu calor...
Sua pele junto a minha
pele e ardor
uma só pele enfim...uma soma..
a plástia....
a pele sempre a nos representar...
tradutora dos anseios...
pele, piel...fonte de desejos...
que a pele se desfaça, que a pele seja comida
minha pele...seu banquete...
Coma!
Pris Zanon
sábado, 25 de junho de 2011
Convite ao Beijo! ( O Desejo a Boca )
Sua Boca calada dizendo Vem...
O Maxilar entreaberto,
sedento pela perda da razão.
O Encontro do Beijo...
Faminto,
que come,
que chupa,
que engole essa Carne de deleite
que se faz em lábios.
Porta nupcial da entrega dos corpos sobre si.
Dentes,
Mastigam o gozoso orgão do oral.
Saliva que exala da língua devoradora.
Sucção
Mordidas
Pressão...Ato prazeroso do Beijar!
Seus olhos, anfitrião do desejo,
me convidam
nessa boca tua pedindo
vem...a Entrar!
Pris Zanon
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Você! Objeto de Desejo PARTE II
Te quero assim...
Corpos lascivos
Gemidos ardidos
Tremor da carne suada,
Mistura de liquidos gozais
Sua pele na minha boca
Sua boca no meu sexo.
Fulgor dos orgasmos incessantes,
Delírio que se faz entre pernas
Saliva que queima cada pedaço
dessa carne devorada.
Beijos que se perdem
Bocas que se comem,
Linguas que se encontram
no percurso de cada epiderme esfregada...
apertada
mordida
molhada
gozada...
Desejos enaltecidos,
Volúpia ativa,
Orgasmos atingidos
repiração cansada,
Entrega,
Calor sem pudor
Sexos conhecidos
limites perdidos...
Te quero Assim!
Priscila Zanon
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